Além da dívida citada, o último balanço da operadora de telefonia já não trazia bons dados. "Neste trimestre [1º trimestre de 2016], a companhia registrou prejuízo líquido consolidado de R$ 1.644 milhões, impactado majoritariamente pelo resultado financeiro."
O Ebitda da empresa — que é o lucro apurado antes de juros, impostos, depreciação e amortização — caiu 12% se comparado ao mesmo período de 2015, e a Receita Líquida Total, na mesma comparação, apresentou queda de 4,4%.
A ideia da companhia com o pedido é preservar a oferta de serviços, o valor e o caixa das empresas do grupo e manter a continuidade de seu negócio. "O pedido de recuperação foi ajuizado em razão dos obstáculos enfrentados pela administração da companhia para encontrar uma alternativa viável junto aos seus credores que possibilitasse à companhia atingir os objetivos mencionados acima, e para viabilizar a proteção adequada das empresas Oi contra credores.”
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Fonte Revista Consultor Jurídico